MK disponibiliza discos remasterizados nas plataformas digitais

Gravadora tem quase todo o catálogo completo, exceção está nos discos relacionados ao Catedral


MK disponibiliza discos remasterizados nas plataformas digitais

A gravadora carioca MK Music está prestes a concluir, em 2017, a inclusão de quase todo o seu catálogo lançado durante 30 anos, nas plataformas digitais. A empresa, que realizava o processo desde 2011, editou recentemente alguns dos últimos discos que faltavam chegar ao streaming.

Os álbuns são predominantemente obras lançadas nos primeiros anos de existência da gravadora e que foram distribuídos em vinil e fita cassete. Entre eles, está o disco 3, da banda Complexo J. O projeto, que chegou a figurar na 13ª posição na lista dos maiores álbuns da história da música cristã publicada pelo Super Gospel, é um deles.

3, em especial, foi lançado originalmente de forma independente em 1991. Quando a banda assinou com a gravadora, o disco foi relançado em 1992 e, depois de mais de 25 anos de lançamento, é considerado um dos projetos mais ambiciosos lançados pela empresa carioca nos seus primeiros anos.

Além do Complexo J, que se fez presente também com Riqueza de Sons (1994), a gravadora disponibilizou todos os álbuns do cantor João Marcos, como Universo de Emoção (1994) e Canto Livre (1996). Dentre os projetos, o mais popular é o primeiro disco de Carlinhos Felix pela gravadora – Basta Querer (1994), cuja faixa-título é um dos maiores sucessos evangélicos da década de 1990.

Por fim, a distribuição também se deu em nomes pouco conhecidos, que tiveram passagens rápidas pela gravadora. É o caso de Maurizete Catarina, com o disco Luminosidade (1994) e Edilson Maia, com o álbum Tanto Te Procurava (1994), ambos produzidos pelo cantor e tecladista Pedro Braconnot, do Rebanhão. Além disso, também pode ser ouvido Herança (1993), de Elaine de Carvalho.

Catedral

A única exceção é, justamente, uma das contratações de maior sucesso da gravadora. O Catedral, que lançou vários discos pela gravadora entre os anos de 1994 e 1998, está disponível apenas com o álbum A Revolução (1998), disponível nos canais de streaming desde 2015. Os discos do vocalista Kim e o Duo Project também não foram disponibilizados.

A relação da banda Catedral com a gravadora MK Music se tornou negativa desde 2001, quando a empresa decidiu, com um anúncio público, parar com a distribuição de seus discos pela polêmica reportagem publicada pelo extinto portal Usina do Som. Em 2010, o grupo carioca venceu na justiça um processo milionário contra a gravadora.




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