“Acredito em um evangelho não rotulado, mas vivido”, diz Isadora Pompeo

Em entrevista, cantora falou sobre as gravações de novo disco e sua visão do meio musical evangélico


Imagem: Reprodução
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A cantora e compositora Isadora Pompeo, recém-contratada pela gravadora paulista Musile Records e em processo de gravação de seu primeiro disco, tem o ano de 2017 como um período fundamental para o deslanchar de sua carreira. Afinal, seu álbum de estreia está a caminho com repertório autoral.

Antes da contratação, Isadora tornou-se conhecida por meio de vídeos gravados na internet. “Comecei por causa do meu irmão do meio, Arthur. Ele deu a ideia, mas no começo achei estranho e não queria fazer. Sempre fui muito envergonhada, até que minha família foi me encorajando, e quando postei meu primeiro vídeo, não queria mais parar!”

A notoriedade, segundo ela, veio depressa e confirma uma palavra divina que, agora, ganha sequência com o contrato com a Musile. “Sempre busquei algo que se encaixasse tanto no profissional e espiritual, e a Musile com certeza foi a que se encaixou em todos os parâmetros”, disse.

Como prévia de seu futuro disco, a cantora tem liberado singles acústicos com videoclipes. A produção musical das canções é de Hananiel Eduardo, que já trabalhou com artistas como Chris Durán, Bruna Olly Gabriela Rocha e a banda congregacional Avivah.

“Antes de ser um excelente produtor musical, o Hananiel é uma pessoa de intimidade com Deus, e isso foi fundamental em tudo. No início ficamos apavorados, pensando em como faríamos para em uma semana compormos 8 musicas boas… No fim das contas, em três dias tínhamos 12 musicas muito boas e prontas”, disse a intérprete, que pretende lançar seu novo disco ainda este ano.

Com relação ao cenário musical evangélico da década de 2010, Pompeo tem visões positivas, especialmente com a ascensão das plataformas digitais como forma de divulgação. Mas, ao mesmo tempo, pondera que a música deve ser lembrada como arte. “Acho que apesar da velocidade da Internet, não devemos deixar de lado o cuidado com a qualidade das composições, principalmente com relação ao conteúdo das letras, que é fruto de um relacionamento verdadeiro com Jesus”, disse.

“Eu particularmente acredito em um evangelho fora da caixinha, um evangelho não rotulado, mas vivido. E tenho observado uma geração de intimidade crescendo! Principalmente em 2015 e 2016, pude ver destaques no meio gospel levando a essência do evangelho e acredito que em 2017 será um ano de muita verdade, comprometimento e excelência, e pretendo fazer parte de tudo isso”, finalizou.




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