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Em entrevista, Cristina Mel afirma que recusou carreira não-religiosa

Convite, por parte da Sony, se deu no início da carreira na década de 1990


Cristina Mel
Cristina Mel. (Foto: Divulgação)

A cantora Cristina Mel, durante entrevista ao programa Onde os Fracos Têm Vez, apresentado por Elvis Tavares e veiculado pela Sara Brasil FM de Florianópolis, em Santa Catarina, afirmou que durante a década de 1990, recebeu um convite para atuar no meio musical não-religioso.

Segundo a cantora, o convite veio por parte da Columbia Records, hoje uma das agremiações da Sony Music Entertainment. A proposta era de trocar o segmento musical evangélico pelo dito “secular”. E Cristina Mel recusou a proposta.

“Foi na época em que surgiu a Rosana [Fiengo], cantando ‘Como Uma Deusa’. Recebi a proposta para gravar um estilo soul, pelo fato de eu ter morado um tempo nos Estados Unidos e ter sofrido uma influência muito grande da música gospel americana. Mas eu sabia que a mensagem que Deus tinha para mim era outra. E veja como Deus faz as coisas: alguns anos depois, hoje estou na Sony Music Gospel”, disse.

Sua experiência com a língua inglesa e o incentivo de Elias de Carvalho, diretor da Bompastor, foram uns dos pilares no início da carreira. Seu álbum de estreia lançado em 1990, Tá Decidido, foi repleto de versões, todas produzidas pelo tecladista do Rebanhão, Pedro Braconnot, e pelo vocalista da Banda & Voz, Natan Brito.

“A Bompastor, na época, era a maior gravadora gospel do Brasil e tinha esse contato direto com as gravadoras internacionais. Então, era muito fácil conseguir autorização pra regravar essas canções. Pelo fato de ser professora de inglês, eu tinha facilidade de entender a língua e traduzir as canções o mais fielmente possível”, contou.

“Ele queria que eu fosse uma ‘Amy Grant brasileira’. Tanto que eu regravei algumas canções da Amy Grant no tom original dela. Era uma estratégia da Bompastor, e eu também estava começando, ninguém me conhecia. Não era fácil conseguir boas canções para uma principiante. Então, foi também bastante cômodo pra mim”, disse a intérprete que, num processo de tudo ou nada, acabou se tornando um dos maiores nomes em sua década.




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