Canção de Carlinhos Veiga é indicada em festival de Brasília

"Gente do Interior", do álbum Aurora Me Raiou, está entre os indicados da Nacional FM


Canção de Carlinhos Veiga é indicada em festival de Brasília

O cantor e compositor goiano Carlinhos Veiga anunciou, por meio de suas mídias sociais, que a canção “Gente do Interior” (C. Veiga / Romero Fonseca / Felipe Viegas) foi classificada para a segunda fase do Festival de Música da Nacional FM de Brasília, cuja votação é popular.

Além de Carlinhos Veiga, competem outros artistas locais de Brasília. O músico está, atualmente, entre os mais votados com a canção que faz parte de seu trabalho mais recente em carreira, o extended play (EP) Aurora Me Raiou, de 2016.

O disco, que trouxe sete faixas, ficou marcado como resultado de uma renovação artística do músico que, há cerca de 30 anos, foi um dos fundadores da banda Expresso Luz. Outro ponto abordado pelo músico, em entrevista cedida ao Super Gospel, foi a colaboração dos músicos de sua banda.

“Na medida do possível tento me atualizar diante das constantes mudanças no mercado musical. Eu me lembro que o primeiro disco que participei foi gravado num estúdio quatro canais em Goiânia. Os músicos tocavam juntos, ao mesmo tempo, e o som dos instrumentos era captado já pronto. Não dava para mexer mais. Os anos passaram. De quatro canais, pulamos para 16, depois 32. De repente tudo mudou. Com a introdução da gravação digital os processos foram alterados”, contou o músico.

O artista também afirmou que a escolha de lançar o EP surge com base nas exigências do mercado por novidades, numa forma de lançar os materiais imediatamente. “Este último trabalho é uma tentativa de nos adequarmos a essas mudanças”, acrescentou.

“Os ensaios do Aurora me Raiou foram iniciados na primeira quinzena de janeiro desse ano. Uma semana depois entramos no estúdio para as gravações e na segunda quinzena de fevereiro o trabalho já estava sendo lançado nas plataformas de música digital. Tudo muito rápido, pouco mais de um mês. Inimaginável na década passada. Depois de mais de 30 anos compondo, produzindo e gravando, não dá para permanecer estático. Temos que acompanhar esses novos processos”, pontuou Carlinhos Veiga.




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